Sempre há algo pelo qual ser grato, sempre.

01 janeiro 2017 Nenhum comentário


2016 foi um ano carrasco.

Quando a gente para pra fazer um balanço geral do ano o que se destaca são as tragédias, como o avião que caiu e o barco que afundou matando tantos jogadores e pessoas com todo um futuro pela frente. É o tanto de coisa que deu errado no país esse ano, toda a crise econômica, política e todas as mudanças que nos tiram um pouco a esperança de um futuro melhor. Lembramos sempre das pessoas que perdemos e que vão fazer falta nas nossas vidas.

Mas nem só de coisas ruins o ano que passou foi feito. Leonardo Di Caprio que o diga, afinal o cara finalmente ganhou um Oscar. Mas se a gente parar pra pensar com calma e tirar o nosso foco daquilo que geralmente nos choca mais vamos começar a lembrar de bons momentos e algumas conquistas.

Em 2016 eu tive a oportunidade de divulgar o trabalho de pesquisa que realizei durante quase dois anos com a FIOCRUZ, contribuindo para conscientização das pessoas e também para a minha formação. E no dia 9 de dezembro apresentei o mesmo trabalho para concluir um ciclo que começou lá em 2013: a graduação. E vai dizer que ser aprovada no TCC com nota máxima não é uma grande conquista?

Houve também os pequenos momentos de alegria não é mesmo? Aqueles dias em que a gente consegue se desligar da correria da vida e aproveitar o tempo com as pessoas que gostamos para realizar pequenos desejos como ir ao circo ou conhecer um dos pontos turísticos da cidade.

Dos 21 anos que vivi até hoje o ano que terminou não foi meu favorito, mas também não foi o pior ano da minha vida. Na verdade acho que não posso, e nunca poderei, classificar nenhum ano como o pior de todos - afinal de contas sempre irá existir algo de bom pra aliviar as tristezas que acontecem por aí.

O fim do ano não é bom porque o ano foi ruim e agora as coisas podem finalmente melhorar, pois a gente sabe que não é isso que resolve os problemas. O término de um ano e o início de outro é bom por ser mais uma fase completa, mais uma etapa vencida. 2017 pode ser o melhor ano de todos se nós formos o melhor de nós mesmos, tudo depende de nós.

"Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas"
Eclesiastes 7.8a

Os ditados e a política brasileira

31 agosto 2016 Nenhum comentário

Pra começo de conversa eu não entendo muito de política e não defendo nenhum partido. Esse texto é apenas uma reflexão.

“Achado não é roubado, quem perdeu foi relaxado”.

“Foi na roça perdeu a carroça”.

“Vergonha é roubar e não poder carregar”.

“Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”.

Esses foram alguns ditados relembrados pela minha turma em sala de aula, durante uma discussão a respeito de como a cultura afeta a realidade de uma população. Cada uma dessas frases faz parte da cultura brasileira, e todas elas contribuem para aquilo que carinhosamente chamamos de “jeitinho brasileiro”.

Achar algo caído em algum ambiente e ao invés de perguntar a quem pertence simplesmente ficar pra si. Ou então furar a fila ou roubar a cadeira de alguém, porque a pessoa “foi na roça e perdeu a carroça”. Coisas que podem parecer inocentes, no fundo acabam servindo de justificativa para atitudes cada vez mais agravantes.

Não tem problema não devolver o troco que veio a mais quando comprou o pão na padaria. Logo em seguida não tem nada de errado subornar o policial para que o veículo não seja apreendido, pois se fosse errado mesmo ele não aceitava. E também não tem problema esconder aquela renda extra, ou então inventar despesas a mais, só pra não precisar pagar nada a mais pra receita federal. Afinal de contas eles já descontam um valor do seu salário todo mês não é?

Essa é a mentalidade de um povo que tem um jeitinho nada comum de resolver os problemas. Que está sempre pegando atalhos e jogando a culpa no outro à la Homer Simpson, porque se o país não cobrasse tantos impostos não seria necessário sonegar, fazer gato de luz, água e TV a cabo, comprar produtos falsificados e coisas do tipo.

Não adianta reclamar do político que rouba milhões quando se comete atos semelhantes na própria realidade. Roubo é roubo, seja do troco que veio a mais e não foi devolvido ou do dinheiro desviado dos impostos, das licitações e tudo o mais.

“Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”.


Leiam esse texto.

Fui ao circo!

04 agosto 2016 Nenhum comentário

Desde criança eu tinha vontade de ir ao circo. Na verdade quando criança eu tinha vontade de fazer parte do circo, de ser uma trapezista igual a personagem Sora do Kaleido Star - um anime que eu assistia lá pelos meus 9 anos de idade.

Com o tempo a vontade de ser trapezista passou, até porque eu desenvolvi um leve medo de altura. Mas o desejo de conhecer um circo não, e por fim ele se realizou. 

Fomos eu, Michel, minha irmã e minha prima com o namorado. Não é o maior e melhor circo que existe (olá Cirque Du Soleil), mas nos proporcionou um bom espetáculo. E eu continuo impressionada com a menina que rodou 40 bambolês! 







 
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